Municípios goianos mostram sua força na geração de empregos

07/08/2017 09:31
A crise econômica que atinge o Brasil, classificada como recessão por muitos analistas, é uma das piores da história do país e ninguém é capaz de prever quando ela se encerrará. Aliás, não se sabe nem mesmo se ela chegou ao seu auge, o chamado “fundo do poço”. Em alguns estados ela é mais intensa, provocando graves consequências nos mais diversos setores. O que não ocorre em Goiás. Mas em todo o país um dos principais desafios é reverter a queda na oferta de emprego, fator e determinante para o aquecimento da economia. É o fantasma do desemprego. Sem emprego cai o poder do consumidor, reduzem-se as vendas e desaquece o setor produtivo. O desemprego hoje no país já ultrapassa a casa de 14,2 milhões de pessoas, um recorde histórico, segundo o IBGE. Crise essa que começou a se agravar em 2012.
 
Mas Goiás tem apresentado um comportamento diferenciado junto aos outros estados brasileiros no enfrentamento da crise devido a inúmeros fatores. Com isso constata-se a força dos municípios goianos na geração de emprego.
 
Isso ficou constatado na mais recente pesquisa divulgada pelo CAGED – Cadastro geral de Empregados e Desempregados com dados analisados no período de janeiro a julho desse ano, tomando por base os setores que mais geraram ofertas de trabalho. Segundo dados do órgão, mais de 67,3 mil vagas de trabalho com carteira assinada foram criadas de janeiro a junho deste ano em todo o país.
 
Desde 2014, o Brasil não gozava de resultados positivos para o período. No acumulado do ano passado, o país eliminou mais de 1,3 milhão postos de trabalho – o segundo pior ano de toda a série história do Caged, que teve início em 2002. O pior resultado foi em 2015, quando 1,54 milhão de brasileiros perderam seus empregos.
 
Na contramão da crise, algumas cidades aceleraram nas contratações e dentre as 50 que mais criaram empregos no primeiro semestre desse ano destaque para sete municípios goianos. São eles: em 5º lugar Goiânia que gerou nesse período 6001 novos empregos dos quais 2.839 no setor de serviços; em 8º lugar Cristalina com 3.074 empregos sendo 2.700 criados na agropecuária; Goianésia foi o 11º colocado com 2.695 vagas das quais 1.670 no setor da indústria; em 18º lugar ficou o município de Rio Verde com 1.843 novos empregos dos quais 730 na área da indústria; Aparecida de Goiânia foi a 23ª colocada com 1.734 novos empregos com destaque para o setor de serviços com 1.026 novas vagas; Inhumas ficou na 39º lugar com 1.410 empregos dos quais 1.256 no setor industrial; e Itapaci na 42º posição com 1.353 empregos com 1.234 oferecidos pela indústria.
 
 

Fonte: Assessoria de Comunicação da AGM

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